Atibaia tem dois casos suspeitos de varíola dos macacos

Atibaia possui dois casos suspeitos de varíola dos macacos. A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde de Atibaia nesta quinta-feira (4). A pasta aguarda o resultado dos exames.

Os pacientes são dois jovens do sexo masculino, sendo um morador de Atibaia e um de outro município. São casos leves, segundo a Secretaria de Saúde de Atibaia e os pacientes foram orientados a permanecer em casa pelo período de 7 dias.




Ambos  foram atendidos em hospital privado.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Atibaia informa que em caso de suspeita da doença, as unidades e os pronto atendimentos da cidade estão aptos para realizar a avaliação. Além disso, em caso de dúvidas, o morador pode entrar em contato com a Vigilância Epidemiológica pelos telefones 4414-3354 ou 4414-3360, ou com o Ambulatório de Especialidades Sumico Ono, que fica na Praça Santo Antonio, 110 no Bairro do  Alvinópolis.

Monkeypox

Causada pelo vírus hMPXV (Human Monkeypox Virus, na sigla em inglês), a varíola dos macacos foi declarada emergência de saúde pública de interesse internacional pela Organização Mundial da Saúde no dia 23 de julho. A decisão foi tomada com base no aumento de casos em vários países, o que eleva o risco de uma disseminação internacional.

Os principais sintomas da doença são:

  • febre,
  • dor no corpo,
  • náusea,
  • cansaço
  • aparecimento de lesões e feridas em algumas partes do corpo.

Apesar de levar o nome de varíola dos macacos, a transmissão da doença não está relacionada aos primatas. O nome vem da descoberta inicial do vírus em macacos em um laboratório dinamarquês em 1958. As transmissões do surto atual, que atinge mais de 75 países, foram atribuídas à contaminação de pessoa para pessoa, com contato próximo.

A transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato próximo/íntimo com lesões de pele de pessoas infectadas, como por exemplo pelo abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também pode ocorrer por meio de secreções em objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente. Outro meio de transmissão é via placentária (varicela congênita). A principal forma de proteção é evitar contato direto com pessoas contaminadas.

Em Bragança Paulista, até quarta-feira (3), segundo a Secretaria de Saúde não havia sido registrado nenhum caso. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, até 30 de julho de 2022, foram confirmados 1.342 casos, com maior concentração na Região Sudeste, sendo 1.031 casos apenas no Estado de São Paulo, distribuídos em 51 municípios paulistas, com a Capital do Estado concentrando 81% dos casos.

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