Coluna do Marcus Valle e o comércio na internet e lojas

Coluna do Marcus Valle e o comércio na internet e lojas
*Por Marcus Valle
1 – Comércio na internet

Um fato que ocorre em todo o país é que muita gente faz compras (e até serviços) pela internet.

Isso gerou muito desemprego. Tanto no comércio, agências bancárias, e outras atividades. Isso não é culpa das Prefeituras, mas um fenômeno que ocorreu com a evolução da internet. Muitas lojas famosas fecharam ou tiveram redução de locais ou quadros de funcionários.

2 – Comércio em lojas físicas

Nota-se em todo o país e também em Bragança uma redução de público em lojas comerciais e atividades físicas ou presenciais.

Portanto, as prefeituras não devem onerar mais essas atividades com elevação de tributos como a taxa de localização que pretendem aumentar em Bragança. Não há momento mais inadequado. Se a Prefeitura quer aumentar a arrecadação, não deve fazer isso, com quem não suporta mais despesas.

É um absurdo fazer isso.

3 – Totalmente inadequado

O comércio (e outras atividades físicas) precisam de incentivos de municipalidade, tanto para garantir empregos, como para fazer girar a economia local. Aumentar tributos é errado.

4. Caminhões com carga alta

Bragança, na área urbana já teve vários casos de caminhões, com carga alta, arrancando fiações e gerando prejuízos, e danos a muita gente. Isso, inclusive na área urbana.

Mas o que aconteceu na Rodovia Fernão Dias, em Vargem, quando uma passarela foi atingida e derrubada por um caminhão com carga excessivamente elevada, foi gravíssimo, tendo repercussão nacional.

Além dos danos, interrupção da estrada causou a morte de inocentes que transitavam no local no momento da ocorrência.

No Brasil, só depois que acontece uma desgraça, é que tomam providências… pelo tempo que perdura a repercussão.

Até acontecer outra desgraça.

5. Baixo nível

Com o começo da campanha eleitoral oficial, notamos que o nível será baixíssimo, cheio de ataques pessoais, mentiras, promessas demagógicas e absurdas, e poucas propostas ou discussões sérias.

Grande parte dos eleitores não tem a mínima condição de filtrar ou avaliar as “notícias e publicações” (2/3 das pessoas não sabem apontar o nome de um senador ou deputado federal).

É triste essa odiosidade e paixão cega.

6) Rápidos

I – Já temos 22 mortes no trânsito esse ano, nas áreas urbanas e rurais de Bragança.

II – Lago do Taboão continua com a “Casa do Mel” fechada. Foi desassoreado o lago, comportas abertas, e ele está 50 ou 60 cm mais baixo.

III – A questão do IPTU continua indefinida juridicamente. Novela vai se prolongar.

IV – Temos muitos moradores de rua. É um problema social, que reflete em outros setores: saúde pública e segurança, principalmente.

V – Prefeitura precisa investir mais na Saúde Mental. Aumentaram os casos de vícios, depressão, ansiedade e outros problemas.

7) Candidatos locais

Temos 5 candidatos a deputado estadual em Bragança (José de Lima, Sandro Montanari, Juninho Boi, Américo e Soninha).

Embora eles não se ataquem entre si, notamos que já há ataques e/ou notícias negativas sendo divulgadas por terceiros.

Nessa semana os alvos foram Saulo Pedroso (candidato a federal) e José de Lima, que fizeram declarações desmentindo as publicações.

8) Patrimônio Histórico

A capela conhecida como Santa Cruz dos Enforcados que fica na Avenida da Liberdade está com o terreno limpo e bem conservado. Mas nota- se que uma janela está quebrada. Pode ter gente ocupando o local e causar danos.

JURO QUE É VERDADE

O Junior é um “espirito de porco”. Trabalhava em uma escola.

Certa vez, viu um colega que sempre levava o jornal do dia (em um plástico) para ler nos momentos de intervalo. Pediu o jornal emprestado para ver as manchetes, e notou que o outro não gostava de emprestar, pois recomendou que ele não amassasse, e nem tirasse da sequencia as páginas.

A partir daí, pelo menos uma vez por semana, ele arrumava um jeito de irritar o colega. Incentivava outros professores a pedir o jornal emprestado.

Certa vez, disse ao diretor que havia saído uma reportagem importante sobre o setor, inclusive citando a escola (mas não sabia se era na Folha ou no Estadão) e o diretor correu para pegar emprestado o jornal do professor (que o emprestou emburrado).

Na outra vez, fomentou uma discussão e até aposta entre dois outros colegas sobre a cotação diária do dólar, e um deles, ao ver a vítima entrando com o jornal embaixo do braço, arrebatou-o e começou a folheá-lo freneticamente à procura da cotação da moeda americana.

O cara estourou dizendo:

– “VOCÊ BAGUNÇOU TODO MEU JORNAL”

E ao ver o Junior gargalhando, só ai percebeu estar sendo vítima de bullying há semanas.

*Marcus Valle é advogado, professor universitário e ex-vereador. 

Contato: [email protected]

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