Os 32 anos do CIESP Bragança Paulista em defesa da indústria

Os 32 anos do CIESP Bragança Paulista em defesa da indústria

Por Rafael Cervone*
e Luís Bernardino Arnal de Barrio**

O CIESP Bragança Paulista comemora 32 anos em 13 de novembro, cumprindo uma trajetória que muito tem contribuído para o progresso da indústria local e dos demais municípios sob sua jurisdição: Atibaia, Bom Jesus dos Perdões, Joanópolis, Monte Alegre do Sul, Nazaré Paulista, Pedra Bela, Pinhalzinho, Piracaia, Socorro, Tuiuti e Vargem. 

Nesse conjunto de cidades, onde vivem 502.269 pessoas, existem 1.545 indústrias de transformação, com destaque para a fabricação de alimentos processados, artigos de vestuário e acessórios, produtos de metal, minerais não metálicos, borracha e material plástico. O parque fabril é responsável pela maior quantidade de empregos formais na região, com 26,8% do total, mantendo 33.881 postos de trabalho (agosto de 2023). Os números do IBGE evidenciam o significado da atividade em termos de inclusão social e distribuição de renda.

A indústria local encontra muita força no associativismo, unida no CIESP Bragança Paulista, que atua na defesa e fortalecimento do setor, bem como em múltiplas ações voltadas ao fomento econômico e ao desenvolvimento. Ao participarem de modo ativo da entidade que as representa, as empresas são ouvidas, ganham espaço de fala, apresentam suas necessidades e anseios e encontram suporte para vencer obstáculos.

As estatísticas referentes à região de Bragança Paulista demonstram o significado da indústria, essencial para que o Brasil volte a crescer em patamares mais elevados e de maneira sustentável, meta somente atingida pelos países que promoveram significativo avanço do setor. A manufatura é estratégica pelo volume e qualidade dos empregos que gera, aporte tecnológico, agregação de valor à pauta de exportações e redução da dependência externa.

A indústria tem fator multiplicador de 2,15, o maior dentre todos os ramos de atividade. Isso significa que, a cada R$ 1,00 que produz, são gerados R$ 2,15 na economia. Assim, seu fortalecimento tem forte impacto positivo, contribuindo para a inclusão social e no mercado de consumo por meio do trabalho digno e melhor distribuição de renda.

É por todas essas boas razões que temos defendido uma política eficaz para o setor, esperando que o programa de neoindustrialização anunciado pelo governo tenha pleno êxito. Trata-se de mobilização que conta com o engajamento da grande rede associativa do CIESP, como o de Bragança Paulista, numa ação importante para o progresso e o futuro de nosso país.

 

*Rafael Cervone é o presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP).
**Luís Bernardino Arnal de Barrio é o diretor-titular do CIESP Bragança Paulista.

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