Bragança prorroga quarentena com regras próprias na Fase de Transição Na quarta-feira, 28, o governador João Doria prorrogou até o dia 9 de maio a Fase de Transição do Plano São Paulo, permitindo a abertura do comércio considerado não essencial e setores de serviços das 6h às 20h. Em Bragança Paulista, segundo o Decreto n° 3.566, publicado na edição de hoje, 30, da Imprensa Oficial, o prefeito Jesus Chedid também prorrogou a quarentena, mas como já vinha fazendo antes, com algumas regras próprias. As atividades econômicas no município, sejam elas consideradas essenciais ou não, deverão trabalhar de acordo com seu respectivo alvará de funcionamento, limitado o atendimento presencial a 40% da capacidade. Já as atividades consideradas não essenciais poderão funcionar desde que não excedam o limite de horário até as 22h, limitando o atendimento presencial a 40% da capacidade. Para aquelas que são potenciais geradoras de aglomerações, deverão ser adotadas providências como a distribuição de senhas e outras medidas para que tais situações não ocorram. Já para igrejas, templos religiosos e similares vale as regras do Plano São Paulo, ou seja, continuam autorizados a realizar atividades coletivas como celebrações e cultos, respeitando a capacidade de 25% do espaço total do local, bem como o distanciamento social adequado entre os assentos e os demais protocolos sanitários recomendados. Outra medida implantada em Bragança é que continua suspensa a locação ou cessão gratuita ou onerosa de chácaras e casas, para realizações de festas e eventos, inclusive de cunho familiar, bem como o funcionamento das atividades nas marinas e similares, em especial a locação ou cessão gratuita ou onerosa de barcos.

A Prefeitura de Bragança Paulista está construindo mais 120 gavetários verticais no Cemitério da Saudade.

A construção utiliza peças pré-moldadas em concreto, desenvolvidas especificamente para esse fim. Elas se encaixam formando lóculos sobrepostos de fácil e rápida montagem. As peças, segundo a Prefeitura, estão adequadas para receber o sistema de filtragem de gases conforme exigências do CONAMA. A ideia com isto, é evitar diversos impactos ambientais.

Nestes espaços, a decomposição é feita por um sistema anaeróbico, ou seja, utilizando oxigênio dentro das gavetas. Por meio de um canal especial para este fim, há sempre oxigênio circulando entre as gavetas. Através dele, a maioria dos gases tóxicos são eliminados. Os que são lançados na atmosfera, já estão purificados.

Outro fator positivo é que este tipo de construção elimina o problema de falta de espaço para sepultamentos.

De acordo com dados da Prefeitura de Bragança Paulista, o Cemitério da Saudade, em seus 221 anos de existência, tem implantado cerca de 5800 jazigos, chamados de construções definitivas, entre túmulos, jazigos, mausoléus, capelas e cenotáfios. Atualmente, são estimados 20 mil túmulos particulares existentes no local.

Apesar da pandemia da COVID-19, a Secretaria de Comunicação da Prefeitura informou que em 2020, o número de sepultamentos em Bragança Paulista foi “considerado normal em relação aos últimos anos”. No ano passado inteiro, 103 pessoas morreram de COVID-19 em Bragança Paulista.

Já em 2021, nos três primeiros meses e no decorrer de abril, os números aumentaram. Até ontem, só de COVID-19 foram 258 mortes. Em nota a Secretaria de Comunicação da Prefeitura divulgou que março teve um “recorde de sepultamentos, sendo 242 casos, quando a média era 90/100 casos mensalmente.”

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