Amparo confirma primeiro caso da varíola dos macacos

Na tarde desta sexta-feira (5), a Região Bragantina confirmou o primeiro caso confirmado da varíola dos macacos. De acordo com a Secretaria de Saúde de Amparo, trata-se de um homem de 29 anos que esteve recentemente no Rio de Janeiro.

Ele está em isolamento, com quadro clínico estável e sendo monitorado pela Vigilância Epidemiológica e Secretarias de Saúde de Amparo, além da Secretaria Estadual de Saúde.




Também na Região Bragantina, Atibaia monitora dois casos suspeitos da varíola. Em Bragança Paulista, até quarta-feira (3), segundo a Secretaria de Saúde, não havia sido registrado nenhum caso.

No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, até 5 de agosto de 2022, foram confirmados 1.721 casos, com maior concentração na Região Sudeste, principalmente no Estado de São Paulo, que concentra aproximadamente 80% dos casos.

A Prefeitura de Amparo orienta à população medidas de prevenção como uso de máscara e higienização das mãos e, em caso de sintomas característicos da varíola dos macacos, procurar imediatamente o atendimento de saúde.

Monkeypox

Causada pelo vírus hMPXV (Human Monkeypox Virus, na sigla em inglês), a varíola dos macacos foi declarada emergência de saúde pública de interesse internacional pela Organização Mundial da Saúde no dia 23 de julho. A decisão foi tomada com base no aumento de casos em vários países, o que eleva o risco de uma disseminação internacional.

Os principais sintomas da doença são:

  • febre,
  • dor no corpo,
  • náusea,
  • cansaço
  • aparecimento de lesões e feridas em algumas partes do corpo.

Apesar de levar o nome de varíola dos macacos, a transmissão da doença não está relacionada aos primatas. O nome vem da descoberta inicial do vírus em macacos em um laboratório dinamarquês em 1958. As transmissões do surto atual, que atinge mais de 75 países, foram atribuídas à contaminação de pessoa para pessoa, com contato próximo.

A transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato próximo/íntimo com lesões de pele de pessoas infectadas, como por exemplo pelo abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também pode ocorrer por meio de secreções em objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente. Outro meio de transmissão é via placentária (varicela congênita). A principal forma de proteção é evitar contato direto com pessoas contaminadas.

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